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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
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PARÁ | Registra aumento no emprego no setor extrativo mineral em 2012

Uma pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/Pa) aponta que o emprego formal no setor extrativo mineral paraense cresceu cerca de 10% no ano de 2012. Ainda de acordo com a pesquisa, dos quase dois mil postos de trabalho gerados em toda região norte, 90% deles foram no Pará.

O Dieese informou que, mesmo com o saldo negativo no último mês de dezembro, que registrou 70 admissões contra 382 desligamentos, o setor extrativo mineral paraense superou os demais estados da região. De janeiro a dezembro de 2012, foram feitas em todo o Pará, 3.928 admissões contra 2.247 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.681 postos de trabalhos.

A pesquisa aponta ainda que em 2011, o setor apresentou saldo positivo de empregos formais ainda maior que o verificado no último ano. Os números de 2011 registraram 4.522 admissões e 2.031 desligamentos em todo estado, com um saldo positivo de 2.491 postos de trabalhos.

(G1| PARÁ)
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INDÚSTRIA MINERAL | Setor Mineral registra superávit de US$ 27,4 bilhões em 2012

A indústria mineral (mineração e transformação mineral) registrou um superávit de US$ 27,4 bilhões em 2012. No período, as exportações do setor somaram US$ 57 bilhões e as importações US$ 29,6 bilhões, com respectivas participações de 23,5% e 13%, do total brasileiro. No ano passado, a balança comercial brasileira apresentou um superávit de US$ 19,4 bilhões, registrando US$ 242,6 bilhões de exportações e US$ 223,1 bilhões de importações. 

Em relação aos bens primários (minério de ferro, manganês e ouro, por exemplo) as exportações em 2012 somaram US$ 34 bilhões, representando 14% do total das exportações brasileiras e 60% da indústria mineral. No período, as importações registraram US$ 8,9 bilhões. 

De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o principal minério exportado em 2012 foi o ferro: cerca de US$ 31 bilhões, o que corresponde a 326,5 milhões de toneladas. Em seguida, vem o cobre concentrado, US$ 1,5 bilhão (678 kt); bauxita, US$ 325 milhões (6,9 Mt); manganês, US$ 201 milhões (1,6 Mt), caulim, US$ 236 milhões (2,1 Mt); rochas ornamentais brutas, US$ 248 milhões (1,2 Mt) e rochas ornamentais processadas, US$ 1 bilhão (2,2 Mt). 

As importações dos bens minerais primários totalizaram US$ 8,9 bilhões em 2012, queda de 9% em relação a 2011. Esse recuo é decorrente, principalmente, do menor volume de importações de carvão metalúrgico, que representou 40% das importações. Nesse período, o Brasil importou 18,4 Mt de carvão metalúrgico, cerca de US$ 3,6 bilhões. Com relação ao potássio e fosfato, foram importados 7 Mt de potássio e 1,2 Mt de fosfato, o equivalente a US$ 3,5 bilhões e US$ 205 milhões, respectivamente.

Em 2012, a arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) alcançou R$ 1,832 bilhão, 17,4% superior em ao ano anterior, liderada pelo minério de ferro que participou com 72% desse total.

(Ministério de Minas e Energia)
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MARANHÃO | Empresas da cadeia de mineração recebem consultorias

Empresas fornecedoras da cadeia de mineração dos municípios de Imperatriz, Açailândia, Porto Franco e Estreito – localizados na Região Tocantina, sudoeste do Estado, iniciaram este mês as consultorias de Gestão Empresarial do Projeto Encadeamento Produtivo de Mineração, que envolve o eixo São Luís-Açailândia. O projeto é fruto de parceria entre o Sebrae Maranhão e a Vale para desenvolvimento de fornecedores locais. Nessa ação, estão integrados municípios das Unidades Regionais do Sebrae de Imperatriz e Açailândia.
As atividades do projeto foram iniciadas em 2012, por meio da realização do “Diagnóstico de Maturidade da Gestão”. Durante as consultorias, é destacado que a gestão de informações e do capital intelectual torna-se elemento essencial à jornada em busca da excelência empresarial.
“E foi justamente isso que a nossa empresa veio buscar aqui, procurando e recebendo as orientações necessárias do Sebrae”, relata o jovem empreendedor Jeová de Jesus Costa, que, após trabalhar 12 anos numa empresa, cuja matriz fica localizada no centro comercial de Imperatriz, decidiu montar o seu próprio negócio, uma loja especializada na venda de tintas imobiliárias.

Segundo informações do consultor do Sebrae-MA, Tadeu Edson Borba, que acompanha a consultoria no município de Estreito, as empresas participantes do diagnóstico, preencheram um questionário com 35 questões, onde foram abordados os critérios Liderança, Estratégias e Planos, Clientes, Sociedade, Pessoas, Processos e Resultados.

Após o diagnóstico e identificação das soluções educacionais, as URs de Imperatriz e Açailândia começaram a desenvolver as parcerias com as empresas locais, visando incrementar as atividades comerciais estabelecidas com a Vale na Região Tocantina, notadamente em Imperatriz e Açailândia, municípios diretamente envolvidos com a Ferrovia Carajás.
“Neste mês, ainda será realizada a segunda consultoria do projeto, na solução Visão Estratégica. Após o trabalho, espera-se que as empresas tenham identificado ações para alcançar suas respectivas visões de futuro”, sinaliza Tadeu Borba, informando que o Sebrae continuará com as consultorias até dezembro para os fornecedores do setor de mineração dos quatro municípios, quando estarão aptos a participar de uma nova avaliação para constatar seu processo de evolução.
(Agência Sebrae de Notícias - MA)
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